
Em mais um encontro do PT com amigos, estivemos, neste domingo, no bar do Néia a convite do companheiro Paulo Cappa.

Este blog destina-se a informar as atividades do Partido dos Trabalhadores de São Roque e Região.

Para Confederação Nacional da Indústria, dados sugerem que presidenta ganhou pontos ao enfrentar atritos com a base aliada no Congresso
São Paulo – Pesquisa do Ibope divulgada hoje (4) mostra que a aprovação popular ao estilo de governo de Dilma Rousseff foi a 77% em março, cinco pontos a mais que o levantamento anterior, publicado em dezembro. E 72% confiam na presidenta, quatro pontos a mais que a última sondagem.
Flávio Castelo Branco, economista-chefe da Confederação Nacional da Indústria (CNI), que encomendou o levantamento, considera que a melhoria da imagem de Dilma foi a principal variação detectada nos últimos meses. “Houve uma atuação mais clara em relação ao posicionamento de conflitos com a própria base aliada, em que mostrou firmeza na substituição de ministros. Isso deve ter passado sensação de maior firmeza, maior controle.”
Durante a apresentação do estudo, Castelo Branco enfatizou que houve crescimento à aprovação de Dilma em todas as regiões. No Nordeste, 82% consideram o estilo de governo da presidenta ótimo ou bom, crescimento de seis pontos frente a dezembro, a mesma oscilação registrada no Sudeste, agora com 75%.
Entre os entrevistados, 5% se lembraram espontaneamente de notícias sobre corrupção relacionadas ao governo, contra 28% na sondagem de dezembro. 9% das citações abordaram programas sociais voltados às mulheres e 7% se lembraram das viagens internacionais de Dilma. 39% não souberam responder.
Os pontos relativos à aprovação do governo se mantiveram altos e estáveis, com 56% de ótimo ou bom, o que sugere que a imagem da presidenta é ainda mais forte que a da gestão. Com isso, a popularidade de Dilma supera as de Luiz Inácio Lula da Silva e de Fernando Henrique Cardoso em igual período de governo.
58% têm expectativa de que o governo se mantenha ótimo ou bom, 25% acreditam em uma gestão de desfecho regular e 10% entendem que o balanço final será ruim ou péssimo.
Impostos (65%), saúde (63%) e segurança pública (61%) figuram entre os temas que mais preocupam a população. Houve uma queda na avaliação da atuação do governo em educação, de 51% para 47%, e agora a maioria desaprova a gestão do setor. As políticas mais elogiadas são o combate à fome e à pobreza (59%), combate ao desemprego (53%) e as políticas relativas ao meio ambiente (53%). "Sem dúvida nenhuma, o ponto básico do governo, desde Lula, é o combate à fome e à pobreza", disse Castelo Branco. 60% consideram que o atual governo é igual ao do antecessor.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 142 municípios entre 16 e 19 de março.

A presidenta Dilma lançou hoje o Programa Nacional de Educação no Campo – Pronacampo, que oferece apoio técnico e financeiro aos estados, Distrito Federal e municípios para implementação da política de educação do campo, atendendo escolas rurais e quilombolas. O investimento anual do programa será de R$1,8 bilhão.
“Dentro da nossa estratégia de combate à miséria, junto com o Bolsa Família, a nossa busca ativa, este programa é um dos eixos estratégicos porque aposta não só em retirar as pessoas das condições de miséria a que foram condenadas durante décadas, mas implica sobretudo em garantir que as gerações futuras terão um outro tipo de horizonte de oportunidades à sua frente”, disse a presidenta, em solenidade no Palácio do Planalto.
Serão criados o Programa Nacional do Livro Didático – em que três milhões de estudantes receberão material relacionado à realidade do campo – e o Mais Educação, que oferecerá diversas atividades pedagógicas.
A formação de professores também receberá atenção especial, com oferta de aperfeiçoamento para profissionais do campo e de escolas quilombolas. Para desenvolver a educação de jovens e adultos e a educação profissional e tecnológica, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego Campo apoiará a inclusão social dos jovens e trabalhadores do campo, destinando 120 mil bolsas de estudo.
Quanto ao eixo de infraestrutura física e tecnológica, o programa apoiará a construção de três mil escolas e a aquisição de oito mil ônibus escolares, além de promover a educação digital e o uso pedagógico da informática por meio da instalação de recursos digitais em 20 mil centros educacionais até 2014.